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**Ciências Ocultas**

Gosto do mistério do Oculto e busco a sabedoria Ancestral.

**Ciências Ocultas**

Gosto do mistério do Oculto e busco a sabedoria Ancestral.


Mia Ressu **

30.09.25

sinceridade 022.jpg

As pessoas "dizem" gostar da Sinceridade
todavia, quando a usamos no seu "todo"
É muitas vezes, recebida com animosidade,
porque não nos "levam" no seu engodo.

Ser frontal (sincero) tem um alto custo
tudo passa de como somos entendidos
Sinceridade é apanágio de quem é justo,
na sua recepção, não constam ofendidos.

No entanto, por defeito, uso e abuso da dita
não tenho outra maneira de expressar-me,
E se por vezes, denoto uma reacção mais "aflita"
uma grande parte, até "parece" aceitar-me.

Não tenho por hábito "mandar" indirectas
também não sou de utilizar quaisquer ofensas,
Sinceridade, pode e deve ter palavras discretas
são essas as que utilizo e faço minha "pertença".

Nos tempos que correm, vai sendo pouco usual
e se trago este tema aqui, em forma de poesia
Com certeza, é porque me magoa e faz sentir mal
sentir tanta falsidade, mascarada de pura fantasia.

Podia ter sido escrito em prosa, tão simples texto,
mas pelas palavras que rimam, sou apaixonada,
A finalidade está toda inserida no mesmo contexto,
e como crítica, fica "poéticamente", mais suavizada.

Mantra: - Quando tudo parece fingimento, há vozes que se mantêm verdadeiras. Mesmo quando a frontalidade incomoda, há corações que a respeitam. Mesmo quando a sinceridade custa, há almas que a escolhem.

lacre do Blog.jpegAutoria: Mia Ressu ** 
imagem: - de "criação" AI(pessoal) 


Mia Ressu **

29.09.25

"Uma "ponta" aqui, outra ali, sem tempo, nem data".

labios 002.jpg

Desde que surgiste em minha vida,
sinto que tudo em mim mudou.

Os dias, estão sempre de partida.
Só estou bem, onde não estou.

Preciso de sentir a força do teu amor,
tal como sentes, quanto por mim és amado 

Pois quando me falta esse teu "calor", 
sinto-me triste e de coração esfriado.

Mudaste o meu jeito de ser e pensar,
hoje, dou mais valor aos sentimentos.

Não sei se estou onde queria estar,
só sei que aprendi, a viver de momentos.

Gosto quando os teus lábios me vêm beijar,
com plena  suavidade e cheios de  doçura

São os teus carinhos que estão a "alicerçar",
Este amor vivido... ou será uma "loucura" ?


Mantra: -  "Mesmo quando tudo parece dúvida, há olhares que confirmam. Quando o amor parece "loucura", há gestos que o tornam verdade. Quando o amor parece incerto, os corações reconhecem-se. "

lacre do Blog.jpegAutoria: Mia Ressu ** 

Imagem: - de "criação" AI - pessoal - 


Mia Ressu **

28.09.25

metades laranjas000.jpg

Pessoalmente não acredito em almas gêmeas, prefiro pensar na existência de um sentimento muito forte entre dois seres, que se adaptam entre si, por amor, diálogos, interesses comuns, e com tudo isso, constroiem, uma relação "profícua" em conjunto e, de onde pode resultar uma família feliz.

Eu tenho uma teoria,  quiçá  "metafórica", sobre a nossa outra , "metade", que torna-me  mais céptica nessa conjugação. 

Uma carroça grande, carregava uma carga de laranjas curiosamente "quase" cortadas em metades. Numa curva resvala uma roda e as laranjas rolaram ribanceira abaixo. O pior de tudo, é que depois ao as apanhar, já poucas se "encaixaram" entre si.

Esta é a minha teoria sobre as nossas "metades" ou almas gêmeas. Felizmente que existem excepções, ainda há algumas que se encontraram e  encaixaram-se mas,  também restaram algumas inteiras... 

Desculpem o meu cepticismo e se estou a "defraudar" alguém, porque não é de todo esse o meu propósito, apenas limito-me a dar a conhecer a minha "linha" de pensamento, sobre esta temática. Vale o que vale e nada mais do que isso. 

Mantra: - Não somos "metades" à procura de encaixe. Somos inteiros em constante "afinação". O amor não é destino, é construção. E quem procura com verdade encontra harmonia, mesmo entre laranjas "desalinhadas"

lacre do Blog.jpegAutoria: - Mia Ressu **
imagem: - de "criação"AI(pessoal) 


Mia Ressu **

27.09.25

50 anos voltem.jpg

Há imagens em que nos "revemos", esta é uma delas... os 50 anos, únicos. Se pudesse escolher parar o tempo,   teria sido nessa idade. 

Saudades de tudo, e de todas as pessoas que se cruzaram no meu caminho, se valeram a pena ou não, penso que o saldo é positivo... Acrescentaram-me sempre ensinamentos, até mesmo com as desilusões. 

Precisava de ter mais tempo, a sensação que tenho é que sempre tive pouco, e  passou num ápice. No "Banco" do Tempo, só temos "débitos", nunca "créditos".

Não tenho "idade", nem quero saber dos anos, apenas sei que agora tenho "tempo"... a mais para trás e a menos para a frente...!!

Daqui  a pouco,  é mais um que  vai pertencer ao "passado"... e assim os anos se vão "gastando" e nos "desgastando".

Aproveitem sempre muito bem cada segundo, porque vale "ouro". 

Mantra: - "O tempo não se detém, mas pode ser sentido. Cada segundo é ouro, cada memória é raiz. A idade não é número é aprendizagem. E mesmo que o tempo desgaste, há sempre renovação na alma que sabe olhar para trás com gratidão, e para a frente com coragem e Fé."

lacre do Blog.jpegAutoria: - Mia Ressu ** 
imagem: - de "criação" AI(pessoal) 


Mia Ressu **

27.09.25

chata a escrevinhar blog.jpg

Nada mais aborrecido que um dia acinzentado, chuviscando, para ficar de fraco humor, ainda para mais (meia adoentada) sem apetecer-me fazer nada de maior.

Pensando, quase em "divagação", que estava chata e que tinha de quebrar o "marasmo", comecei a "escrevinhar".

Afinal a importância dos meus pensamentos, é sempre relativa, valem pelo que valem mas,  "retratam-me" um pouco !

Por vezes dou comigo a pensar quão "complexo" é o Ser Humano. Gosto muito de observar o comportamento da Sociedade em que estou inserida (concorde ou não, faço parte de um todo).

Para tentar entender melhor o que me rodeia, optei por separar as "águas"... Uns querem "tudo" e pouco têm... outros têm pouco e querem "tudo".

Não seria mais consentâneo e profícuo, haver uma base mais determinante que seria (a meu ver)... o quanto baste ??!!

Claro que não me refiro à pobreza económica, (tema por demais extenso e delicado, que teria de ser "tratado" com muito cuidado e "generosidade") a minha " análise " (perdoem o nome pomposo, quem sou eu para analisar), recai mais no "estar" de cada um, nesta já referenciada Sociedade.

Uma guerra dos "Mundos" trava-se nesta "arena" a que damos o nome de existência. Fazem-se "sobreposições", que se tornam verdadeiros "atropelos", seja a que custo for para ser o... tal.

O que mais sabe, o que mais tem, o que mais vale, tudo corroborado pela palavra "status"...!
Isto é preocupante, porque se descartam valores morais, como educação, honestidade, sinceridade, carácter e atitude. Cada vez mais, deixamos de ser exemplo de virtudes, para os vindouros.

Haverá como inverter ? de todo que sim...! mas a minha pergunta persiste... haverá quem queira inverter ? Fica a dúvida no ar ...!

Mantra: - Pensar é um acto de resistência silenciosa. Observar é um gesto de quem ainda acredita. Separar as águas é tentar compreender sem julgar. O quanto baste é sabedoria, não escassez. E mesmo que o mundo se atropele há quem ainda caminhe com valores. Porque inverter é possível, querer inverter… é o verdadeiro desafio.

lacre do Blog.jpegAutoria: - Mia Ressu **
imagem: - de "criação" AI(pessoal)


Mia Ressu **

26.09.25

talidomida 010000000.jpg

Nota: - É com algum constrangimento que coloco esta imagem real (retirada da Internet),  mas só assim poderão entender a minha revolta com o anúncio a que faço referência neste texto. 

Toca-me profundamente que nos anos 50/60 muitas crianças nasciam sem braços, vítimas da Talidomida, um medicamento que não devia ser dado a grávidas ou a quem quisesse engravidar. 

Foram milhares que nasceram, com deformações de todos os tipos, uma grande parte das sobreviventes e que ainda conseguiam ter alguma autonomia, nasciam sem braços, e aprendiam a fazer com os pés, tudo o que o nós fazemos com as mãos. 

Felizmente que uma médica do Canadá Dra. Frances Kelsey, se impôs, contra tudo e todos e conseguiu que o medicamento fosse suspenso, "travando" assim, com alguns conflitos,  uma das mais catastróficas doenças, causadas por medicamentos, inadequados e sem informação apropriada na sua "toma".

Agora, vem o "busilis" da questão e que me levou a escrever este texto. 

Num dos anúncios, desses "casinos", quem vê TVS sabe ao que me refiro, uma adolescente, entre as risadas (dos amigos),  abre a porta com os braços escondidos por dentro da camisola, como senão os tivesse, e recebe a encomenda com a boca.

Não posso aceitar isto sem mostrar indignação (para não dizer uma palavra mais "forte"), é para isso que existe a democracia, certo ? E para mais que passei por algo muito parecido, com alguém com quem fiz amizade, há muitos anos atrás.

Cada um "governa" as suas empresas como entende e de modo a darem o maior  lucro  possível,  mas, - por favor - sejam mais criativos, porque não precisam de nos trazer à lembrança algo tão doloroso, "irónicamente",  com aquela figura patética e ridicúla, para fazer marketing, até porque a "figura" em si, nunca deveria encaixar-se, neste tipo de temática.

Quero crer que não terá sido de todo,  feito com intenção, mas por "ignorância" da doença, e nem sequer pensaram na "analogia" dos factos. 

Mantra: - A dor não é "ferramenta" é ferida. O sofrimento não é cenário, é história. A ética não é opcional, é fundamento. Que a criatividade nunca se alimente da tragédia. E que a memória dos que sofreram seja respeitada, não explorada. Porque a verdadeira liberdade… é saber dizer não, ao lucro sem consciência.

lacre do Blog.jpegAutoria: - Mia Ressu **

imagem: - retirada da internet 

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